domingo, 27 de janeiro de 2013

A culpa é das estrelas,

   

    Eu conheci "A Culpa é das Estrelas" ano passado, folheando uma das revistas Capricho da minha amiga, a Bárbara. O livro estava na seção de sugestão de presentes, se não me engano, e me chamou a atenção pelo título. Intrigada, fui lá e anotei o nome no meu iPod e ao chegar em casa, joguei o nome no Google e procurei a página do Skoob dele. Li resenhas, sinopse, e gostei, colocando na minha lista de "Livros para comprar". 
    Enfim, no começo desse ano, consegui achar o livro. Foi meio por acaso que o encontrei na livraria, por isso fiquei tão feliz com a minha aquisição. Apesar da vontade imediata de sentar e lê-lo, me segurei, mas não adiantou lá muito coisa - consegui lê-lo em 3 dias, em meio a choros descontrolados (com direito a soluço, olhe só) e, não se engane pela sinopse, risadas e muitos sorrisos.
    "A Culpa é das Estrelas", de John Green, conta a história de Hazel e Gus (Augustus), dois adolescentes com câncer que se conhecem em uma reunião desses grupos de apoio para quem tem a doença, que como diz a orelha do livro, "juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas". A partir daí, dá pra se ter uma ideia do que acontece.
    E o livro é encantandor, belo, verdadeiro e ás vezes até brutal, mas sempre apaixonante. O tema, apesar de já ser tão explorado em filmes e livros, não o torna clichê ou cansativo. É difícil não amar os personagens e não sentir o que eles sentem. Dá vontade de entrar no livro e participar da história, ser amigos deles. Gus e Hazel são personagens tão cativantes que, ao terminar o livro, senti falta deles, assim como se tem saudades da convivência de um amigo. Porque foi isto que me tornei deles - uma amiga.
    Não tenho dúvida alguma de que "A Culpa é das Estrelas" virou um dos meus livros preferidos. Do mesmo modo que a Hazel se refere a seu livro preferido, "Uma aflição imperial" (fictício), eu me refiro a este: "Ás vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam". Por isso, leiam-o. "A Culpa é das Estrelas" é provavelmente o livro mais lindo que você vai ler. Como descrito pelo The New York Times, "Green nos mostra um amor verdadeiro... muito mais romântico que qualquer pôr do sol à beira da praia". E eu não poderia concordar mais,

   

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Que venha 2013,

    
    2012 ainda nem acabou mas já estou na contagem regressiva para 2013. Fazendo um balanço do ano, ele foi como os outros, com seus altos e baixos: amigos vieram e foram, o tempo passou e voou, ganhamos mais um ano de vida e assim vamos vivendo e claro, aprendendo.
    Ano novo é sinônimo de promessas, metas, e esperanças, todas elas juntas nos fazendo desejar por um ano melhor do que os que passaram. A gente pede por mais amor, paz, felicidade, dinheiro, sucesso, faz listas, confere o horóscopo chinês, ocidental e por aí vai. O fascínio dessa mudança de ano, que torcemos para que também desencadaem mudanças para nós, não vai se perder.
    Aproveitando o embalo desse clima de final de ano, resolvi fazer uma das minhas adoradas listas para o ano que vem. Eis ela:

Metas para 2013
(Sem ordem específica de importância)

1. Estudar muito para os vestibulares.
2. Passar no curso de Jornalismo numa universidade pública (USP é preferencial).
2. Amor. Em todos os setores da vida.
4. Emagrecer. Faculdade tá aí.
5. Relaxar mais.
6. Ser uma pessoa melhor.
7. Aumentar a auto-estima e a auto-confiança.
8. Escrever bastante.
9. Me manter mais informada. 
10. Assistir "A Pequena Sereia" em 3D no cinema. Está na lista dos meus filmes preferidos e dos meus preferidos da Disney (se não é O preferido). Vou ter que dar um jeito de ir pra Goiânia em setembro.
11. Fortalecer e fazer novas amizades.
12. Aprender a tocar violão.
13. Tirar mais fotos assim que parar de usar aparelho.
14. Aproveitar mais o presente.
15. Aproveitar mais minha família.
16. Ler o máximo possível.
19. Assistir filmes o máximo possível.
20. Terminar certos seriados (The O.C., One Tree Hill, Friends) e começar a assistir outros (Once Upon A Time, Sherlock, The Carrie Diaries, Modern Family, How I Meet Your Mother e por aí vai)
21. Recuperar filmes e episódios de seriados no HD externo danificado (meus preciosos episódios de GG estão lá!)
22. Aprender a me maquiar melhor. Tempo e dinheiro deverão ser investidos.
23. Continuar valorizando as coisas simples, como o vento no rosto.
24. Continuar completando minhas coleções de livros (Harry Potter, O Diário da Princesa etc)
25. Aprender a fazer mais penteados no meu cabelo (e achar um jeito infalível de domá-lo).
26. Aprender mais músicas de filmes da Disney.
27. Juntar dinheiro para comprar algo no final do ano.
28. Me alimentar de forma mais saudável.
29. Nunca perder a esperança.
30. Ser feliz.

E feliz 2013 pra todos!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

In this moment, I swear we are infinite,

           

"Então, esta é minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim."

    Minha história com esse livro começa em 2007, quando comprei a minha primeira Capricho na época que ainda morava no Japão. Numa seção da revista (Favoritos) havia na posição nº 1, uma crítica de uma garota da galera Capricho sobre "As Vantagens de Ser Invisível", de Stephen Chbosky, juntamente com o trecho do livro. Eu lembro disso porque tenho essa página guardada na minha caixa de lembranças. O título e o trecho, este último que continha a quote de cima, ganharam meu coração e desde então, tenho ele na minha lista de "Livros para comprar".
    Pois é, estamos no final de 2012. Isso quer dizer que já se passaram 5 anos desde que conheci o livro e foi só nesse ano que consegui lê-lo, graças ao meu amigo Matheus, que logo me emprestou quando voltamos das férias de Julho. Se não me engano, devo ter lido em 3 ou 5 dias. Ele não é longo e é escrito em forma de cartas pelo personagem principal, Charlie, sobre sua vida como calouro no ensino médio. Apesar de ter sido publicado em 1999, toda a abordagem feita por Chbosky é atual. O ponto alto do livro são as reflexões que o Charlie faz sobre sua vida e das de seus próximos, sejam amigos ou parentes, e como podemos facilmente nos relacionar com elas pelos momentos que passamos ou estamos passando. Ele é absolutamente verdadeiro sobre a ansiedade, as dificuldades e todas as complicações da adolescência.
    Outra coisa que eu gosto bastante sobre esse livro é de como o Charlie costuma valorizar coisas simples, como um dia bonito, um bom livro e uma boa música, e aqueles a quem ama, colocando eles sempre na frente de si mesmo. Depois de tanto tempo só, ele mostra como ter amigos a quem se pode confiar é extremamente importante em nossa vida.

"Não há nada como a respiração profunda depois de dar uma gargalhada. Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas. E essa era ótima"

    O filme também não deixa absolutamente nada a desejar. Dirigido pelo próprio Chbosky e estrelado por Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller (que são todos uns lindos), é praticamente o "Clube dos Cinco" dessa geração. Todos os questionamentos feitos lembram muito os dos filmes do John Hughes (♥), o que é ótimo. A trilha sonora, as atuações, tudo estava impecável. Faltavam filmes desse tipo atualmente.
    Enfim, se algum dia qualquer você estiver numa livraria ou em qualquer outro lugar, não hesite e compre-o ou leia-o. Depois de ter feito isso, vá assistir o filme. De um jeito simples mas um tanto poético, "As Vantagens de Ser Invisível" torna seu dia melhor e nos faz refletir sobre nós mesmos e em como, apesar de tudo, devemos apreciar estarmos vivos. É por isso que ele é um dos meus livros preferidos.

"Então, se esta for a minha última carta, por favor, acredite que está tudo bem comigo, e mesmo quando não estiver, ficará bem logo depois. E eu acredito que seja assim com você também."



"Porque eu sei que existem pessoas que dizem que todas essas coisas não acontecem. E há pessoas que esquecem de como é ter 16 anos quando fazem 17. Sei que tudo isto não passará de histórias. E que nossas imagens se tornarão fotografias antigas. Nós todos nos tornaremos pais de alguém. Mas agora estes momentos não são histórias. Isso está acontecendo, eu estou aqui e eu estou olhando para ela. E ela é tão linda. Eu consigo enxergar. Este é o momento quando você sabe que não é uma história triste. Você está vivo. Você se levanta e vê as luzes nos prédios e tudo que faz você se perguntar. E você está ouvindo aquela música naquele passeio com as pessoas que você mais ama no mundo. E neste momento eu juro, nós somos infinitos" 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

I never can say goodbye,

"Tell me why
Is it so
Don't wanna let you go"

The Jackson 5 - Never Can Say Goodye

    Final de ano sempre chega do mesmo jeito: arrependimentos, perdas, alegrias, nostalgia, listas, promessas e mudanças. Normalmente, com a chegada eminente das férias, todo mundo tá de saco cheio da escola e termina no último dia de aula gritando, pulando, gargalhando e dando graças à todos os deuses possíveis de que a tortura infernal finalmente terminou. Bem, era assim. Digo "era" porque agora, para todos os formandos do 2º ano do Ensino Médio espalhados pelo Brasil, 2013, é "O" ano: da escolha profissional, da faculdade, do vestibular, da mudança e do adeus.
    Por mais que meu colégio e a maior parte das pessoas que estudam lá me irritem profundamente,  passei por momentos que vou sentir muita falta: a das gargalhadas, das conversas, dos sorrisos e dos abraços dos amigos, dos professores maravilhosos que tive e me ensinaram tanto e de tudo que me fez bem de alguma maneira. Até da minha turma, que é tão dividida e ás vezes tão unida, vou ter saudades. A gente passou por tanta coisa e tempo juntos, que mesmo com toda as intrigas e brigas, viramos de certo modo uma família, com seus altos e baixos característicos. 
    Nesses anos que estudei, a turma que mais me apeguei foi essa danada do ensino médio. Droga, justamente essa. Não sei muito bem porquê, se você me perguntar. Talvez esse clima de final de escola, o amadurecimento e a mudança contínua de adolescente para adulto que todos passaram, passamos e passaremos, a decisão eminente do rumo que a nossa vida vai levar nos próximos anos e todas as difuldades, stress, medo, amor e amizade, nos aproxime de certa maneira ao perceber que estamos enfrentando coisas parecidas mesmo sendo tão diferentes. A compreensão é mútua, o pesar é o mesmo: deixar pra trás uma vida e começar outra.
    E aí o adeus vem inevitavelmente. É triste, difícil e dói demais, mas é necessário pra gente crescer. Cada um vai seguindo sua vida, como sempre se faz. É o ciclo natural. Esquecer muitas vezes faz parte, mas eu sempre luto com isso. Daqui há 10 anos, se eu por acaso lembrar dessa época, não quero ter esquecido do que eu amei: as pessoas, os cheiros, os livros e tudo aquilo de que lembrei a noite e sorri, sinceramente e espontaneamente. Tenho certeza que vai dar um aperto no peito, deixar meus olhos marejados, mas não vai ter despedida definitiva. O adeus não vai significar "pra sempre" mas sim um "até logo, a gente se vê!".

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Obstáculo nº 3,

    Esse tema é recorrente dos meus devaneios e reflexões. Gosto demais das pessoas. Basta qualquer atitude gentil e amável e lá estou eu, querendo o seu bem. Cuido demais dos outros e procuro agir, olhem só, como gostaria que agisssem comigo (ou seja, da melhor maneira possível). De tanto colocá-los em primeiro lugar, me esqueço. De tanto fazer isso, acabei me acostumando e nem mais me importando, me conformando a ser a segunda opção de mim mesma. E acaba eu, justamente eu, descuidada. E cuidar de mim não é fácil.
    Essa é uma das desvantagens de ser uma pessoa empática. Você se coloca tanto no lugar dos outros, procura fazer tudo por eles que quando lembra que deveria fazer por você, aquilo soa absurdo. Que exigir que a tratem bem seja injusto. E aí vai vivendo, vivendo para ver e fazer as outras pessoas felizes e satisfeitas. E todos que somos assim não merecemos alguém para fazer tudo por nós, para nos amparar e estar dispostos a estar conosco nos piores momentos? Sim, merecemos. E onde é que essa pessoa está? Ela vai vir algum dia?
   Esse é o momento quando percebo que preciso voltar e lembrar de mim. Me encontro tão desamparada que a mínima vontade de jogar tudo pro alto soa como egoísmo e ingratidão. De tanto me esquecer, sinto que qualquer situação em que me sinto amada ou querida não parece ser digna de mim, uma situação intrusa e incomum para alguém como eu.
    E afinal, por que diabos eu deveria me sentir desse jeito, tão desmerecedora de coisas boas? Preciso lembrar de mim, que eu existo, importo, valho a pena e mereço coisas tão boas e maravilhosas, dignas de sonhos distantes. 
  
    
"I'm fiercely loyal. I really empathize with people and I can't help but take care of them and protect them, sometimes in a kind of unhealthy way. I'm definitely a caretaker. I have to really pull myself back on the reins and say, 'Put yourself first. Love yourself first.'" Emma Watson para Parade Magazine

terça-feira, 12 de junho de 2012

Eternas lembranças saudosas,

      Durante minha vida, nunca lidei com mortes de pessoas próximas. Me considerava sortuda por isso, já que significava que todos os que mais amava e me importava ainda estavam comigo, que ainda poderia aproveitar sua companhia. Até ontem era verdade. Agora não posso mais dizer isso. Não depois que você morreu.
     Convivi com você durante metade do ano passado. Foi o que fez o trabalho de biologia, o primeiro TI, comigo; o que sentou e dormiu do meu lado na viagem de Minas, me acordando de madrugada pra falar onde tinha vomitado (e me feito rir mais tarde todas às vezes que eu contava a história); que participou do polêmico Verdade e Consequência tarde da noite no quarto do hotel que eu e a Bruna dividíamos; que lavou não me lembro o que na pia desse mesmo quarto enquanto a Bruna dormia, eu assistia "A Praia" (que afinal não consegui entender e ouvir nada com a Franciele, Igor e Adolfo jogando baralho) e tentava te ajudar de alguma maneira; o único que sabia cantar Total Eclipse Of Heart comigo, com direito à uma certa interpretação barata, total desafinação mas completa felicidade (quantas vezes fizemos isso? - a primeira vez foi na aula do Raithe, eu, você e a Bianca sentados juntos); o que dançou Globeleza para a sala inteira (tenho o vídeo no meu celular até hoje); que trocou confidências comigo e com a Bianca em um dia que uma garotinha simpática à tarde veio falar com a gente; que participou da conversa sobre a esterilidade do André sentados na praça de alimentação do colégio junto comigo, Bruna e Bianca; que tinha a risada engraçada; que eu ensinei o caminho e te levei até o Sindicaldas; que contava da academia e me chamava pra fazer junto (coitado!); da gente aprendendo a cantar o hino da escola juntos com a Fran e a Bruna; que falava das aventuras vividas no antigo colégio, Nação Santa; que comandava o pelotão de forma engraçada; que mandava beijinho pra todas as meninas da sala; que eu sugeria enfaticamente assistir no Youtube "Eu Não Quero Voltar Sozinho" e que não assistiu; que me pedia conselhos e que, principalmente, eu lembrava e pensava "Que saudades, eu gostava tanto dele" quando você saiu da escola, sendo depois a saudade envolvida por uma risada ao pensar nisso e tudo mais que vivemos juntos.
     Mas agora a saudade não pode ser preenchida, porque você se foi. E despedida, não teve, como nunca tem. E você não vai voltar e até chegar minha vez, não te verei mais. E nada vai te trazer de volta, nada pode-se fazer, o que dói ainda mais. O que me resta e restarão até lá são esses momentos e lembranças com você, que eu desejo incasavelmente para serem eternizados em mim, que eu nunca esqueça mesmo com todo o tempo que passe. Porque você, meu caro, não é alguém digno de ser esquecido - você fez diferença na minha vida, você fez parte dela, você foi meu amigo. É uma daquelas pessoas que eu sempre vou lembrar com um sorriso - o mais puro, saudoso e sincero no rosto. 
    A única coisa que tenho a oferecer pra você é esse texto, simples, talvez um tanto confuso, mas verdadeiro. Queria poder ter dito meu conselho mais clássico quando você estava se sentindo mal, que nada mais é do que recomendar Hey Jude ou citar algum trecho dela (que inclusive estou ouvindo agora), poder ter te ajudado, diminuído sua dor. Mas, seja onde você estiver, você não estará sozinho, nunca esteve, nunca estamos. Há sempre alguém que se importa, mesmo que não nos lembramos. Nós fazemos e podemos fazer sim a diferença, não importam o que digam. Nós não temos limites - We Are Infinite, como em As Vantagens de Ser Invisível.
     E eu, meu amigo, senti, sinto e sentirei 'essa palavra que só existe em português' demais de você: saudades.

P.S.: Eis aqui a nossa amada fonte de felicidade:





Homenagem à Pedro Ivo Ferreira Costa

domingo, 20 de maio de 2012

Cos that's not our deal,

      Como toda boa banda indie que eu descubro, Best Coast apareceu pra mim enquanto assistia MTV (que vamos deixar claro, saudosa da parabólica). É verdade que não conheço muito a banda e as músicas que ouvi são só do "Crazy For You", o último álbum deles, mas já são integrante essencial da minha lista de músicas pra ouvir na estrada.
     Outro dia, explorando alguns blogs dessa imensidão, descobri o clipe de "Our Deal", que foi dirigido pela linda da Drew Barrymore e conta com Miranda Cosgrove, Shailene Woodley, Tyler Posey e sim, Chloë Moretz! Pra não estregar nada, não vou contar nenhum detalhe, mas só sei que chorei e fiquei com ele na cabeça por uns dias.
     Sendo assim, assitam o clipe em HD (Iupi!) e completíssimo, com aproximadamente 11 minutos. Por ser esse a versão longa, há outros trechos de músicas nele (Boyfriend, por exemplo). Enfim, eis ele aqui: